a reação de políticos democratas aos novos acordos entre Brasil e EUA

O governo brasileiro, por sua vez, diz que o protocolo de comércio e cooperação econômica é suprapartidário , fruto de diálogo com todos os envolvidos e traz benefícios mútuos e recíprocos .

Segundo o Itamaraty, o governo Bolsonaro espera que o pacote forme a base de um amplo acordo comercial a ser futuramente negociado entre as duas maiores economias do continente americano .

A aproximação política e comercial entre Brasil e EUA é alvo de tensão em Washington desde a posse de Jair Bolsonaro — mas a temperatura chegou a seu auge em junho deste ano, quando deputados americanos assinaram uma carta inédita indicando que vetariam qualquer acordo comercial ou a ampliação de parcerias comerciais com o Brasil do presidente Bolsonaro .

A carta foi objeto de resposta pelo governo brasileiro, que classificou o texto como fruto de desinformação e informações deturpadas .

Em reuniões reservadas na Casa Branca e no Planalto, entretanto, a carta foi lida como um duro golpe contra um eventual acordo de livre-comércio entre os dois países. A razão principal é que qualquer parceria que envolva a renegociação de tarifas comerciais depende da aprovação do Congresso nos EUA, atualmente, a Câmara dos Deputados é liderada por democratas, enquanto o Senado tem maioria republicana.

Na ocasião, o hoje embaixador do Brasil em Washington, Nestor Forster, defendeu o histórico sólido de respeito a direitos humanos e trabalhistas, e de proteção à dignidade dos trabalhadores do Brasil e ressaltou o compromisso do presidente Bolsonaro para a proteção e desenvolvimento sustentável .

Quatro meses depois, os principais signatários da carta de junho voltam à cena e acusam Trump e Bolsonaro de agirem unilateralmente , deteriorando a relação entre o Executivo e o Congresso .

Oficina de Literatura para alunos da EJA na modalidade a distância: real, possível e necessária

Desenvolver o letramento literário é um desafio constante a todo professor e aos estudantes. Trabalhar, durante o período da pandemia, com oficinas literárias, certamente fortalece vínculos e o processo de pertencimento dos estudantes na modalidade à distância com a instituição. Durante o trabalho com oficina, é possível dar voz aos estudantes, pois os “encontros” estabelecem o contato com a literatura, o recitar de poesias, leitura de contos, leitura de crônicas, debates das representações individuais e coletivas que cada participante vivencia, compartilhando sensações e emoções.

Despertar para a produção de uma Oficina de Literatura para alunos da Educação de Jovens e Adultos a distância, graças a tecnologia vps cloud rodando em um vps windows, certamente faz parte de um desafio e da certeza de que as mudanças originárias da pandemia não podem impossibilitar a interação e a aprendizagem, mesmo porque, os alunos que estudam a distância, possuem certa autonomia e disciplina perante os ambientes virtuais.

O foco na formação cultural desenvolve o objetivo de levar a literatura e suas diversas vertentes para o conhecimento de todos. Romper com a cultura de massa que pode vir a moldar nossos comportamentos e as nossas escolhas, num processo de projeção e identificação, torna-se urgente e necessário apresentar Vinicius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector e vários outros autores cânones da literatura para nossos alunos JA.

As hipóteses de que a literatura é bastante complexa e que é necessário ser um leitor assíduo para compreendê-la tornam-se ultrapassadas a partir do momento em que professor e aluno se conectam com emoções e sensações através dos textos lidos, das poesias recitadas, da troca de emoções e experiências.

Como os distúrbios psiquiátricos inspiram a literatura de horror

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O personagem Michael Myers é um exemplo da intensa relação entre os distúrbios psiquiátricos e a ficção de horror Foto: Reprodução

Michael Myers dispensa apresentações. Figura central da franquia Halloween, o vilão criado pelo cineasta John Carpenter e pela produtora e roteirista Debra Hill frequenta pesadelos desde sua primeira aparição, no filme de que deu origem à série. Nele, um Myers de apenas seis sim, anos mata a irmã mais velha com uma enorme faca de cozinha — que, ao lado da sinistra máscara, tornou-se para sempre sua marca. Após o crime, ele é internado em um hospital psiquiátrico, de onde consegue fugir anos depois para prosseguir com a matança. Desde então, a franquia rendeu outros dez filmes, incluindo reboots e novas sequências.

O sucesso de Myers é um bom exemplo da intensa relação entre os distúrbios psiquiátricos e a ficção de horror. Tanto na literatura quanto no cinema, há inúmeros casos de pessoas aparentemente comuns que, por conta de alguma psicopatia, revelam-se verdadeiros monstros. E com frequência esses antagonistas são mais assustadores do que quaisquer outros de origem sobrenatural, como vampiros, zumbis ou lobisomens. No entanto, nesta coluna não pretendemos traçar perfis de psicopatas e de serial killers; nossa intenção é verificar em que medida os distúrbios psiquiátricos se tornam, graças às hábeis mãos de certos escritores e escritoras, os verdadeiros objetos do horror.