Como os distúrbios psiquiátricos inspiram a literatura de horror

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O personagem Michael Myers é um exemplo da intensa relação entre os distúrbios psiquiátricos e a ficção de horror Foto: Reprodução

Michael Myers dispensa apresentações. Figura central da franquia Halloween, o vilão criado pelo cineasta John Carpenter e pela produtora e roteirista Debra Hill frequenta pesadelos desde sua primeira aparição, no filme de que deu origem à série. Nele, um Myers de apenas seis sim, anos mata a irmã mais velha com uma enorme faca de cozinha — que, ao lado da sinistra máscara, tornou-se para sempre sua marca. Após o crime, ele é internado em um hospital psiquiátrico, de onde consegue fugir anos depois para prosseguir com a matança. Desde então, a franquia rendeu outros dez filmes, incluindo reboots e novas sequências.

O sucesso de Myers é um bom exemplo da intensa relação entre os distúrbios psiquiátricos e a ficção de horror. Tanto na literatura quanto no cinema, há inúmeros casos de pessoas aparentemente comuns que, por conta de alguma psicopatia, revelam-se verdadeiros monstros. E com frequência esses antagonistas são mais assustadores do que quaisquer outros de origem sobrenatural, como vampiros, zumbis ou lobisomens. No entanto, nesta coluna não pretendemos traçar perfis de psicopatas e de serial killers; nossa intenção é verificar em que medida os distúrbios psiquiátricos se tornam, graças às hábeis mãos de certos escritores e escritoras, os verdadeiros objetos do horror.

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